25.08.2010 - Antes de partir para a corrida da Fórmula Indy, que disputará em Chicago, pilotando o carro 24 da Dreyer & Reinbold Racing, Ana Beatriz Figueiredo aproveitou a visita que fez à Marinas Nacionais, localizada no Guarujá (SP), e estreou na pilotagem de lanchas.
Ela
conduziu a Intermarine 460 Full,
embarcação de 46,
Bia
Figueiredo, como é conhecida no Brasil, obteve recentemente sua carta de Arrais
Amador, que lhe permite navegar em águas abrigadas (canais, rios, represas e
enseadas, a até
“Foi uma experiência muito bacana. Acho que aprendi a pilotar o barco rapidinho. Só o básico, claro, depois que ele já estava navegando e em lugar que o Anderson conhece muito bem. Não fiz as manobras de saída e chegada e nem pilotei no mar. A barra onde as águas do canal de Bertioga encontram as águas do oceano não é fácil, e ficou para uma próxima vez. Eu me senti muito segura e não tive medo algum. Mas ainda tenho muito a aprender e experimentar”, comenta a pilota.
Ela se
deu muito bem com o novo tipo de veículo. “Pilotar um barco é muito diferente
de pilotar um carro de corrida. No carro, andamos em cima de asfalto; na
lancha, em cima e por dentro da água. Os movimentos do barco são muito mais
lentos do que de um carro de corrida. No carro da Indy corremos a até
E o cenário é radicalmente oposto: “Ao invés de estar entre muros e me manter totalmente focada na pista o tempo todo, tinha um canal imenso, e dava para apreciar a paisagem ao mesmo tempo em que pilotava, lógico que prestando atenção na área ao redor, na profundidade, nas sinalizações, nos barquinhos de pescadores, e sempre checando o movimento dos outros barcos”.
Depois de navegar alguns minutos, ela experimentou toda a potência dos dois motores Volvo D9 de 500 HP cada. “Dá vontade de acelerar forte. Quando peguei a mão do barco, já queria colocar a velocidade máxima para ver como era”, conta a pilota. Ela também se divertiu fazendo curvas e navegando um pouco pelo rio Jaguareguava, que forma o Canal de Bertioga junto com o rio Itapanhaú.
“Amei não só pilotar o barco, mas também o próprio barco. A Intermarine 460 Full que dirigi é uma supermáquina. Foi só um teste e tínhamos um tempo limitado. Mas, no futuro, se tiver possibilidade, gostaria muito de ter um barco e navegar por essa nossa costa brasileira maravilhosa”, conclui Ana Beatriz Figueiredo.
FOTOS
Ana Beatriz, em algumas imagens com mestre Anderson Diniz, navega no Canal de Bertioga e no Rio Jaguareguava. – crédito: Rodney Domingues
IMAGENS DE ALTA RESOLUÇÃO ESTÃO DISPONÍVEIS NA PÁGINA DE IMPRENSA.
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